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Maior festival gastronómico da Amadora regressa com pratos de mais de 20 países

Entre 11 e 13 de setembro, o É um Encontro reúne chefs de mais de 20 nacionalidades, showcookings, tertúlias, música e cultura.

Sabores de quatro continentes, receitas de família e dezenas de cozinhas diferentes vão voltar a encontrar-se na Amadora. O festival É um Encontro regressa para a terceira edição entre 11 e 13 de setembro e promete transformar o Mercado da Mina num ponto de encontro para quem gosta de descobrir novos pratos e culturas.

“O formato mantém-se. Haverá bancas dentro do Mercado da Mina com pessoas da comunidade da Amadora a cozinhar”, explica à NiA Nuno Bergonse, chef responsável pela curadoria gastronómica do evento.

Na última edição, o festival, organizado pela Associação Crescer, recebeu mais de 20 mil visitantes ao longo dos três dias. Este ano, a expectativa é ainda maior. “Teremos mais participantes a cozinhar e também esperamos mais pessoas, já que está a tornar-se um evento bastante conhecido”, comenta.

Para Nuno, esta é uma oportunidade rara para provar comida autêntica de vários pontos do mundo. As propostas incluem especialidades da Índia, Nepal, Paquistão, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Brasil e, claro, Portugal. “Tudo cozinhado por pessoas que têm raízes tradicionais muito fortes e, no fundo, uma cozinha, como eu costumo dizer, sem truques, ou seja, uma cozinha de casa. Afinal, são pessoas que não têm oportunidade de ter um espaço profissional”, explica o chef.

Os visitantes poderão optar por pratos de degustação, para experimentar várias especialidades, ou escolher doses completas. Além da gastronomia, o programa inclui atividades culturais, workshops, tertúlias e showcookings. No dia 11, a programação começa às 18h30 com uma apresentação de capoeira. Às 19 horas, o chef Kiko conduz um showcooking com a duração de uma hora. Em simultâneo, decorre uma tertúlia sobre responsabilidade social com representantes do ECI, IKEA e IEFP.

Às 20h30, sobe ao palco Pedro Pena Bastos, o chef portuense que conquistou uma estrela Michelin com apenas 30 anos, para mais um showcooking. Às 21h30, Miguel Mesquita orienta o workshop “Picante sem Fronteiras”. A primeira noite termina com programação cultural e música até à meia-noite.

No dia 12, o festival arranca às 13 horas com uma atividade cultural do Art Project. Às 14 horas, Irene Pimenta, da Confraria Gastronómica da Amadora, conduz um showcooking. A tertúlia “Comer Bem sem Fronteiras”, com Joana Limão e Ana Bravo e moderação de Tiago Pais, está marcada para as 15 horas. Seguem-se dois showcookings, às 16 horas com Pedro Garcia e às 18 horas com Tia Cátia. Ao longo de todo o dia haverá também animação cultural e música ao vivo.

O último dia mantém o mesmo ambiente de festa. A apresentação de capoeira está marcada para as 13h30, seguida de um showcooking às 14 horas. Depois de uma tertúlia, às 15 horas, realiza-se um workshop de danças africanas. Às 18 horas, Vítor Sobral conduz mais um showcooking. O festival termina com música e dança até às 21h30.

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