Há vários motivos que levaram ao gosto ousado e colorido dos hippies nos anos 60 e 70. Muitas destas comunidades eram influenciados pela cultura indiana, que apresentava desenhos abstratos nas suas artes e tapeçarias, enquanto outros procuravam recriar cartazes de concertos ou capas de álbuns mais psicadélicos.
A verdade é que, através de geometrias ou formas orgânicas, os padrões diferenciados tornaram-se uma das bases destes pioneiros da contracultura. E, mesmo que não fosse essa a intenção, acabaram por influenciar as massas. Ainda hoje o fazem.
A prova é que, em 2026, ainda procuramos propostas com as mesmas características: tecidos fluidos, padrões bonitos e silhuetas atemporais. Estas preces foram ouvidas para Zara que lançou um vestido estampado que já é um sucesso de vendas. A “Elle” espanhola diz mesmo que foi o mais vendido da semana.

O modelo destaca-se pelo corte comprido e fluido que, ao mesmo tempo que não marca, também não distorce a silhueta. Na verdade, valoriza-a de forma subtil graças ao longo drapeado reto que favorece todos os tipos de corpo, combinado com o decote em halter também ele fluido.
No entanto, esta peça tem outro detalhe que marca a diferença, aquele que mais tem chamado à atenção. Falamos de um pequeno detalhe de tecido de inspiração artesanal que surge nas costas e que acentua o decote, graças à abertura
Também se destaca pelas cores vibrantes , que realçam o bronzeado. Fica perfeito com sandálias rasas minimalistas e acessórios naturais, para um look descontraído de férias. Para ocasiões mais especiais, basta trocar por sandálias delicadas de salto e brincos dourados.
O vestido custa 39,95€ no site da Zara. Os tamanhos variam entre o XS e o L.
Do millenial pink ao verde menta, a NiT também foi à procura de vários vestidos em tons pastel para acrescentar ao armário. Carregue na galeria para conhecê-los.

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