É já na próxima quarta-feira, dia 11 de fevereiro, que o Museu da Amadora promove uma visita guiada à exposição temporária “A Festa da Árvore na Amadora, 1909, 1910 e 1913″.
Esta mostra convida a fazer uma viagem no tempo até à Amadora do início do século XX, explorando os contextos político, social e económico que estiveram origem das várias edições da Festa da Árvore. Nomes como Azevedo Neves, Delfim Guimarães, Alfredo Roque Gameiro e José Santos Mattos, entre outros, vão estar descritos como figuras centrais na dinamização de um dos eventos históricos do concelho do início do século XX.
À época, a Festa da Árvore assumia-se como um momento de grande relevância, onde se propagavam os ideais republicanos, o culto da Natureza, a educação, a fraternidade e o amor à Pátria, através de plantações festivas e tradições que moviam as elites locais, as escolas oficiais e privadas por todo o País.
O objetivo era unir a comunidade, num tributo à Natureza que contava com público de várias zonas como Sintra e Cascais vindos de comboio do Rossio, entre carros alegóricos e desfiles. Segundo documentos históricos, a terceira edição da Festa da Árvore, em abril de 1913, chegou a reunir 50 mil pessoas.
Mas há muito mais para descobrir nesta exposição, que vai estar patente até ao próximo dia 10 de maio. . É só aparecer no Núcleo Museológico do Casal da Falagueira, às 15 horas, e passear à descoberta de uma Amadora de outros tempos. A entrada na iniciativa dirigida a famílias custa 2€ e é grátis para visitantes até aos 17 anos.
Esta é uma das iniciativas previstas para o mês de fevereiro no Museu da Amadora, que inclui o Núcleo Museológico do Casal da Falagueira – núcleo sede e do Núcleo Museológico da Necrópole de Carenque, também o Núcleo Museológico do Moinho do Penedo, as Reservas Culturais e a Casa Roque Gameiro.

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