Amália Rodrigues morreu há 25 anos, mas a sua voz continua a ser icónica e um símbolo maior de Portugal além-fronteiras. A fadista atuou em todo o mundo, de Lisboa ao Rio de Janeiro, de Nova Iorque a Roma, de Tóquio à antiga União Soviética, do México a Londres, de Madrid a Paris, onde encheu várias vezes o prestigiado Olympia.
Ao longo da sua carreira, gravou mais de 170 álbuns e vendeu mais de 30 milhões de discos, entre 1940 e 1999. São muitas as condecorações recebidas em Portugal e no Mundo inteiro e também os tributos musicais, no teatro, no cinema e na televisão que lhe foram feitos ao longo dos anos.
No domingo, 13 de julho, às 18 horas, no Parque Central da Amadora, é tempo de recordar a voz de “Uma Casa Portuguesa”, “Povo que Lavas no Rio”, “Estranha Forma de Vida”, “Gaivota” ou “Foi Deus”.
O espetáculo “Amália Sinfónico” — um tributo único à rainha do fado terá interpretação da Banda da Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora, sob a direção do Maestro Hélder Gonçalves, e contará com a participação especial da cantora Anabela, que já integrou várias homenagens à fadista e que fez parte do elenco do musical “Amália”, de Filipe La Féria.

O concerto de domingo, que promete revisitar os grandes sucessos de Amália, agora em versão sinfónica, encerra a terceira edição do Festival de Verão Mina de Água, que arranca esta quinta-feira, 10, com o muito aguardado concerto dos Calema, que começa às 22 horas.
No dia seguinte, sexta-feira, 11, o cabeça de cartaz é José Malhoa, enquanto Tito Paris sobe ao palco no sábado; ambos a partir das 22 horas. A programação inclui mais animação e outras atividades, além das habituais tasquinhas de madeira, que começaram a ser instaladas na zona Zeca Afonso do Parque Central, esta segunda-feira.








