Aos poucos, o Clube Recreativo do Bairro Janeiro está a tentar revitalizar a sua atividade desportiva, contribuindo para o bem-estar da população da Venteira. A coletividade tem cerca de 140 praticantes, divididos entre quatro modalidades: andebol, kickboxing, capoeira e karaté. “A nossa ideia é aproveitar a nova época para atrair mais jovens ao clube e crescer em termos de praticantes”.
A Escola de Andebol é uma das apostas do Bairro Janeiro, na Venteira (Amadora) para conquistar mais miúdos entre os cinco e os 15 anos. Os treinos decorrem às segundas, quartas e quintas-feiras, entre as 19 horas e as 20h30, no Pavilhão José Caeiro. “Temos vindo a registar um aumento do número de atletas, mas não chamamos a isto treinos de captação, até porque isso dá a ideia que só os melhores ficam”, explica Vasco Reis, presidente do cube.
“O objetivo é colocar os miúdos a praticar desporto e ninguém pode garantir que um jogador inicialmente mais fraquinho, não possa conseguir evoluir.” Por isso, a Escola de Andebol está sempre aberta o ano todo. É possível experimentar uma aula a qualquer momento, e, se gostar, tratamos do seguro e da inscrição.”
Os treinos decorrem ao fim do dia, no pavilhão da Venteira, “num ambiente dinâmico e estruturado, ajudando no desenvolvimento técnico, tático e físico de atletas de todas as idades e níveis de experiência”, sublinha Vasco Reis. “Aqui no clube, o andebol tem tido uma procura crescente nos últimos anos.”
Kickboxing a crescer
O andebol, porém, não é o único atrativo. Dos 140 praticantes do clube além dos já citados 60 no andebol, há uma modalidade que tem vindo a crescer. “O kickboxing já tem quase 50 atletas inscritos, “e há um grande interesse da miudagem”, diz Vasco Reis à New in Amadora.
“O nosso objetivo, no entanto, não é a competição, mas, sim a formação. Essa tem sido a nossa batalha ao longo destes 57 anos de vida. Claro que também apostamos na competição — no kickboxing temos campeões —, mas o que nós queremos mesmo é ocupar os jovens com a prática desportiva, estimular a interação entre todos e desviá-los de outros caminhos”, diz o dirigente associativo, de 65 anos, que é presidente desde 2018 e que já foi treinador de andebol.
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