Vila Chã nem sempre teve o perfil residencial que hoje marca esta zona da Amadora. A área fazia parte de uma paisagem rural, ocupada por casais e terrenos agrícolas, entre os quais se encontrava o antigo Casal de Vila Chã. Com o crescimento da cidade, os campos foram dando lugar a edifícios, ruas e novas zonas habitacionais.
A história do território recua muito mais no tempo. Nas proximidades encontram-se as Grutas de Carenque, uma necrópole pré-histórica formada por três sepulcros coletivos escavados nos afloramentos calcários do Tojal de Vila Chã. Utilizados para enterramentos coletivos há cerca de cinco mil anos, os monumentos estão classificados como Monumento Nacional.
A transformação da zona continua. O município prevê a repavimentação das ruas Humberto Madeira e Vasco Morgado e a requalificação de dois parques infantis, num investimento conjunto de 250 mil euros. É também nesta área que está a ser construído o Prime Vila Chã, um novo empreendimento residencial na Avenida Carlos César, com 36 apartamentos e conclusão prevista para maio de 2028.
De acordo com Vitor Lopes, gerente da Ramiro, Pedro & Filhos, Lda, empresa promotora do empreendimento, o projeto distribui-se pelos lotes 93, 94 e 95 e terá apartamentos T2 e T3. Os T2 têm 98 metros quadrados e preços a partir de 495 mil euros, enquanto os T3, com 115 metros quadrados, custam entre 585 mil e 600 mil euros. Todos os edifícios terão elevador. Cada apartamento inclui ainda dois lugares de estacionamento em garagem e uma arrecadação privativa.
Quanto aos interiores, estão previstas portas blindadas, portas interiores, rodapés e roupeiros lacados a branco, além de soalho flutuante. Os tetos serão em pladur, com iluminação embutida, e os apartamentos terão ar condicionado e cozinhas equipadas, incluindo máquina de lavar loiça.
Nas casas de banho, o projeto prevê móveis e espelhos da BANHOAZIS, bases de duche da ASD com resguardo em vidro temperado e revestimento cerâmico. As loiças sanitárias suspensas serão da VALADARES, modelo TWO.
O Prime Vila Chã foi lançado a 10 de junho deste ano e encontra-se na primeira fase de vendas. Até ao momento, foram vendidos três apartamentos, dois T3 e um T2, enquanto outras dez unidades estão reservadas.
O empreendimento junta-se a outros projetos residenciais atualmente em desenvolvimento na Amadora. O Palácio do Infantado, na Avenida Elias Garcia, foi transformado num condomínio residencial e o Alto do Tejo prevê 759 casas de luxo. Ao todo, existem cerca de 12 novos empreendimentos em desenvolvimento no concelho.
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